não me interessa dizer palavras bonitas, nem tão pouco com sentido, é apenas o que eu sinto, e preciso de deitar cá para fora.
21 de Janeiro de 2012, mais precisamente, 9 meses.
sim, foi esse o dia em que tudo começou, foi esse o dia em que eu comecei a (viver). foi aquele dia.
sonhei, acreditei.. gritei, chorei, ri. cresci. vivi.
acreditei que nunca iria acabar, vivi uma ilusão, um sonho, ao qual eu chamava de realidade. a partir daí, construi um muro demasiado pesado, em cima de uma base que não era firme, e depois, quando o peso aumentou demasiado, tudo se desmoronou, porque já não havia nada que o segura-se (…)
aí, senti que a minha vida tinha acabado, mas no fundo, bem no fundo, havia sempre algo que me fazia acreditar, algo que me fazia lutar, sem nunca desistir. e foi essa força, essa vontade inimaginável de te ter, que nos fez ser aquilo que conseguimos ser, que nos fez construir a história linda, que com o tempo construímos.
mas sabes? tu nunca conseguis-te dar valor, sempre desprezas-te, enquanto eu me entregava a ti a cada segundo, enquanto eu, vivia para ti, sem pensar nas consequências que isso me poderia trazer. enquanto tu me dominavas completamente, em corpo e alma.
hoje, podem perguntar-me se me arrependo, que eu irei responder, sem pensar duas vezes, que não.
irei responder com toda a certeza que me fizeste a miúda mais feliz do mundo, e irei responder com mais certeza ainda, que nunca ninguém vai amar-te como eu te amo. posso estar magoada, desiludida, com raiva, e ódio daquilo que tu me fizeste, e apesar de saber que também já errei muito contigo, esta dor, não vai passar assim do nada, porque eu fiz demasiado por ti, e pela nossa relação, mas foram poucas as vezes em que senti, que tu tinhas medo de me perder, e agora, por mais que me custe, digo “perdeste-me”.
foste o primeiro, e “esse lugar” já ninguém te tira. foste o primeiro em tudo, foste o primeiro amor, a primeira desilusão, a primeira pessoa por quem eu chorei, por quem fiz as maiores loucuras, a primeira pessoa que me fez verdadeiramente feliz, e me fez voar, sem limites. foste a primeira pessoa que me deu a mão e disse “tu és a mulher da minha vida”, foste a primeira pessoa que, com a cara e os olhos em lágrimas, me agarrou com força e olhando-me nos olhos me disse: “EU AMO-TE TANTO”. foste o primeiro.
um dia, iremos olhar para trás, e lembrar-nos de tudo o que passamos, porque foi demasiado bonito e intenso, para alguma dia ser esquecido.
(…) mas hoje, digo-te apenas, que vais estar comigo, até ao último dia da minha vida .
21 de Janeiro de 2012, mais precisamente, 9 meses.
sim, foi esse o dia em que tudo começou, foi esse o dia em que eu comecei a (viver). foi aquele dia.
sonhei, acreditei.. gritei, chorei, ri. cresci. vivi.
acreditei que nunca iria acabar, vivi uma ilusão, um sonho, ao qual eu chamava de realidade. a partir daí, construi um muro demasiado pesado, em cima de uma base que não era firme, e depois, quando o peso aumentou demasiado, tudo se desmoronou, porque já não havia nada que o segura-se (…)
aí, senti que a minha vida tinha acabado, mas no fundo, bem no fundo, havia sempre algo que me fazia acreditar, algo que me fazia lutar, sem nunca desistir. e foi essa força, essa vontade inimaginável de te ter, que nos fez ser aquilo que conseguimos ser, que nos fez construir a história linda, que com o tempo construímos.
mas sabes? tu nunca conseguis-te dar valor, sempre desprezas-te, enquanto eu me entregava a ti a cada segundo, enquanto eu, vivia para ti, sem pensar nas consequências que isso me poderia trazer. enquanto tu me dominavas completamente, em corpo e alma.
hoje, podem perguntar-me se me arrependo, que eu irei responder, sem pensar duas vezes, que não.
irei responder com toda a certeza que me fizeste a miúda mais feliz do mundo, e irei responder com mais certeza ainda, que nunca ninguém vai amar-te como eu te amo. posso estar magoada, desiludida, com raiva, e ódio daquilo que tu me fizeste, e apesar de saber que também já errei muito contigo, esta dor, não vai passar assim do nada, porque eu fiz demasiado por ti, e pela nossa relação, mas foram poucas as vezes em que senti, que tu tinhas medo de me perder, e agora, por mais que me custe, digo “perdeste-me”.
foste o primeiro, e “esse lugar” já ninguém te tira. foste o primeiro em tudo, foste o primeiro amor, a primeira desilusão, a primeira pessoa por quem eu chorei, por quem fiz as maiores loucuras, a primeira pessoa que me fez verdadeiramente feliz, e me fez voar, sem limites. foste a primeira pessoa que me deu a mão e disse “tu és a mulher da minha vida”, foste a primeira pessoa que, com a cara e os olhos em lágrimas, me agarrou com força e olhando-me nos olhos me disse: “EU AMO-TE TANTO”. foste o primeiro.
um dia, iremos olhar para trás, e lembrar-nos de tudo o que passamos, porque foi demasiado bonito e intenso, para alguma dia ser esquecido.
(…) mas hoje, digo-te apenas, que vais estar comigo, até ao último dia da minha vida .